Betth Ripolli, palestrante, pianista e comunicadora, inverte os papéis. De entrevistadora passa a entrevistada, num intrigante bate-papo informal. Com takes curtos extraídos da entrevista no programa PRIMEIRA PAGINA, na ALLTV, com o jornalista Luiz Carlos Franco, saiba como há sempre tempo de se reinventar, não importando a idade.

Depois de uma crise magnifica e uma doença abençoada, a professorinha que veio aos 20 anos da cidade de Piracicaba, para morar na capital S Paulo, transforma sua vida aos 35, ousando mais, abrindo novos caminhos e se tornando um exemplo de superação.

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Para quem aos 18 anos dava aulas de piano, violão e inglês para 55 alunos em três períodos, aos 50 somar mais de 12 mil apresentações nas salas de embarque da TAM, com os músicos de sua empresa Harmonia Eventos Musicais, o salto foi bem grande. Calculado, sonhado e focado! Pouco acontece de nossos desejos antes de serem sonhados, diz ela. E para somar aos projetos ousados, gravou seu primeiro CD depois dos 40.

Crise abençoada e doença magnífica

E pra se manter ativa começou a cantar e compor nos dois últimos CDs aos 50. Agora aos 60, inova, preparando seu quinto CD e sua autobiografia a ser lançada em 2016, onde relata passo a passo os caminhos de “como chegar lá” . E uma de suas máximas vem de um proverbio chinês “ Quem quer ir perto vai só, quem quer chegar longe , siga acompanhado”. Com apoio de amigos, conhecimentos de ciências herméticas e uma tenacidade incansável, os vídeos abaixo dão um aperitivo para aquilo que se apresenta no banquete da vida de cada um.

Crise abençoada e doença magnífica

PARTE 1
Aos 35 anos, virada de mesa e grandes e novas perspectivas de mudança radical de vida, depois de 7 BOs na Delegacia da mulher.

PARTE 2
Vivendo os próprios sonhos – para quem tem sonhos e gostaria de colocá-los em prática, cuidando de fazer valer seus anseios sem interferência de terceiros que muitas vezes tentam podar nossas iniciativas.

PARTE 3
Tomando as rédeas do destino – somos responsáveis por cada uma de nossas escolhas e cabe a nós focarmos aquilo que queremos.

PARTE 4
O nosso pai – muitas vezes incompreendido. Como não há manual , claro que eles procuram fazer o melhor e sempre com uma intenção positiva.